
Análise: Ricoh GR IV, câmara compacta APS-C
Publicado a 5 de agosto de 2026 por MPB
A série Ricoh GR conquista entusiastas há anos e tudo se resume a uma ideia: são câmaras minúsculas que produzem imagens de grande qualidade. Com o seu tamanho de bolso e um design simples, basta pegar na câmara, disparar e seguir caminho. A Ricoh trouxe oficialmente de volta o prazer da fotografia "point-and-shoot".
Nesta análise à Ricoh GR IV, Connor Redmond da MPB, mostra como a câmara refina a fórmula GR. A estabilização de cinco eixos, uma objetiva de 28mm revista e ainda mais armazenamento interno tornam-na mais prática, sobretudo para quem faz fotografia de rua e fotografia de viagem e já percebe o que estas câmaras têm de especial.

Ricoh GR IV em segunda mão
Características técnicas da Ricoh GR IV
Sensor | APS-C |
Objetiva | 18,3mm f/2.8 (equiv. 28mm) |
Megapíxeis | 25,7 |
Resolução | 6192 x 4128 |
ISO | 100 a 204.800 |
Velocidade máx. obturador | 1/4000 |
Foco automático | Por fase, contraste, olhos e rosto |
IBIS | 5 eixos |
Resolução máx. vídeo | 1080, 60p |
Memória interna | 53GB |
Suporte de gravação | MicroSD |
Porta | USB-C |
Bateria | DB-120 |
Bateria, disparos | Aprox. 250 |
Wi-Fi | 2,5/5 GHz |
Tamanho, mm | 109 x 61 x 33 |
Peso | 262g |
Vantagens
Qualidade de imagem de nível profissional
Cabe no bolso com facilidade
Estabilização de cinco eixos
53 GB de armazenamento interno
Snap Focus
Design discreto e minimalista
Melhoria na nitidez das bordas da objetiva
Arranque mais rápido
Limitações
Autonomia de bateria limitada
Sem visor integrado
Foco automático não pensado para ação rápida
As atualizações são iterativas
Transferência de ficheiros a partir do armazenamento interno é pouco prática

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/2.8 | 1/1000 s | ISO 200
Veredito rápido
A Ricoh GR IV é, acima de tudo, uma versão aprimorada da bem-sucedida Ricoh GR III. A própria marca tem sido transparente quanto a isso. Não há aqui nenhuma mudança radical; é simplesmente mais do mesmo, mas melhor. Ricoh, se por acaso mudarem de ideias, imploro-vos: criem um visor eletrónico (EVF) acoplável para esta máquina. Por favor?

Ricoh GR IV em segunda mão, ainda na caixa.
Melhorias incrementais
O novo sensor está no cerne das mudanças. O sensor BSI (retroiluminado) traz um ligeiro aumento de resolução para 25,7 megapíxeis e uma gama dinâmica um pouco melhor, ainda que a diferença não seja evidente no dia a dia. A objetiva de 28mm redesenhada tem melhor desempenho nos bordos do enquadramento, algo particularmente visível em fotografia de arquitetura ou em cenas com detalhe fino em todo o quadro.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/8.0 | 1/80 s | ISO 100
A melhoria mais significativa é, sem dúvida, a estabilização de imagem de cinco eixos, que tem um impacto real na forma como a câmara se comporta com pouca luz e em interiores.

Parte traseira de uma Ricoh GR IV em segunda mão.
O novo processador torna a câmara mais ágil do que a já envelhecida GR III. As operações são, em geral, mais fluidas, mas nota-se sobretudo no arranque rápido da câmara.
O salto para 53 GB de armazenamento interno é outra mudança discreta mas excelente, especialmente em comparação com o armazenamento muito limitado do GR III.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/2.8 | 1/1000 s | ISO 200
O design do corpo sofreu algumas alterações, ou revisões, podemos dizer. A Ricoh ouviu o feedback e regressou a um design que lembra a Ricoh GR II, embora as mudanças sejam mínimas, o que, pessoalmente, agradeço.

Botões superiores da Ricoh GR IV
Design e manuseamento
A GR IV parece e comporta-se de forma muito semelhante à GR III, mas os entusiastas GR mais atentos vão notar logo uma diferença. A roda de scroll da GR III desapareceu. No lugar dela está um D-pad satisfatório e mais tátil. Há também um novo botão de compensação de exposição, semelhante ao da Ricoh GR, que está muito bem colocado.

Parte traseira da Ricoh GR IV
A fotografia com uma só mão continua a ser o ponto forte desta câmara, sendo que o novo seletor, colocado onde o polegar assenta naturalmente, torna os ajustes rápidos de compensação de exposição mais confortáveis.
O ecrã traseiro fixo limita a flexibilidade, sobretudo em fotos de ângulo baixo ou por cima da cabeça, e a ausência de visor reforça a filosofia "disparar a partir da anca" da GR. Ainda assim, face a algo como a Fujifilm X100VI, a GR IV é muito mais pequena e cabe no bolso (109 x 61 x 33mm, 262g contra 128 x 75 x 55mm, 478g), o que continua a ser uma das suas maiores vantagens.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/5.6 | 1/125 s | ISO 250
Novo flash Ricoh GF-2
Em paralelo com o lançamento da GR IV, a Ricoh apresentou um novo flash compacto GF-2, vendido em separado. Infelizmente, não tive oportunidade de o testar, mas, ao que parece, a GR IV consegue manter-se compacta e continua a caber no bolso com o flash acoplado, acrescentando ainda uma útil luz de preenchimento. Tem uma definição de flash ISO automático, que permite à câmara controlar o número guia do flash, e inclui uma bateria recarregável integrada que pode ser carregada por USB-C.

Botões superiores da Ricoh GR IV
Autonomia e armazenamento
A autonomia é modesta. Podes esperar cerca de 200 a 250 disparos por carga, dependendo da estabilização e da frequência com que verificas as fotos no ecrã. A possibilidade de carregamento por USB-C é útil em viagem, mas aconselho a levar baterias extra.
Os 53 GB de memória interna são uma mais-valia, dado que os cartões microSD podem ser irritantes e difíceis de manusear. Podes guardar cerca de 2.000 fotografias JPEG ou aproximadamente 500 a 600 imagens RAW. Numa câmara que será a tua companheira diária, dificilmente precisarás de mais espaço antes de descarregares as imagens.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/8.0 | 1/80 s | ISO 100
A conetividade precisa de melhorias. Um dos pontos negativos que senti com a Ricoh GR IV foi a transferência das fotografias do armazenamento interno para o meu Mac. Esperava que a Ricoh surgisse como um cartão SD ou um disco externo, permitindo arrastar e largar os ficheiros. Infelizmente, não é o caso, e isso é aborrecido. A importação direta para o Lightroom revelou-se algo instável e não funcionou como esperado. Acabei por recorrer ao Image Capture, que resolveu o problema.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/8.0 | 1/400 s | ISO 100
Existe o método direto para o telemóvel com a app GR WORLD, que funciona razoavelmente bem. O Live View/Capture é uma funcionalidade gira, ainda que de nicho, mas se quiseres fazer edição a sério no computador, a verdade é que tens de passar pelo incómodo de retirar as imagens da câmara, o que não é um processo fluido. E isso não acaba por anular o propósito do armazenamento interno? Continuaria a recomendar um cartão microSD para uma transferência mais rápida.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/4.0 | 1/320 s | ISO 200
Desempenho em disparo
O tempo de arranque é agora mais rápido, o que combina bem com a fotografia rápida e espontânea que as câmaras Ricoh incentivam. Vês o enquadramento perfeito, ligas a câmara e ela fica pronta quase de imediato.
A GR IV rende melhor quando abraças os seus pontos fortes, como a focagem por zona, o Snap Focus e a pré-visualização das fotos. Incentiva um disparo instintivo, algo central naquela fórmula GR que referi antes.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/5.6 | 1/125 s | ISO 500
Foco automático
O Snap Focus continua a ser o método preferido de muitos entusiastas da GR, sendo uma das melhores funcionalidades da câmara. Embora o sistema de foco automático híbrido seja ligeiramente mais consistente do que o da GR III, mas trata-se de uma melhoria incremental, longe de ser uma transformação.

Menu de definições de focagem da Ricoh GR IV
A deteção de rosto e de olhos está disponível, mas não é extraordinária e pode revelar-se algo hesitante. O foco automático também tem mais dificuldade com sujeitos em movimento rápido e cenas de baixo contraste, não sendo tão eficiente como o das câmaras Sony APS-C.

A distância de focagem instantânea pode ser definida entre 0,3m e 5m.
Observa a fotografia abaixo, por exemplo. Esperava que a câmara focasse o rosto da pessoa no centro-esquerdo da imagem, mas não o fez e o momento passou. Sinto que uma câmara Sony, como a Sony A7C II, teria conseguido esse disparo. Em retrospetiva, devia ter usado o Snap Focus, mas estava ansioso por ver quão bom era o reconhecimento de rosto.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/5.6 | 1/125 s | ISO 320

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/5.6 | 1/125 s | ISO 320
A Ricoh GR IV tem um desempenho excelente quando se utiliza a função Snap Focus em contexto de rua. Sobretudo, se tiveres uma boa noção da distância à frente e já tiveres os disparos em mente. Mais uma vez, esta estratégia teria funcionado na perfeição na situação acima, dado que a distância seria de cerca de 2,5 a 3 metros.
Estabilização de imagem no corpo de cinco eixos
O IBIS é uma das melhorias mais relevantes da GR IV. A nova estabilização de cinco eixos permite velocidades do obturador muito mais lentas com a câmara na mão. Isto abre novas possibilidades, como ISOs mais baixos à noite com velocidades do obturador mais longas e técnicas criativas que recorrem ao desfoque de movimento.
A imagem abaixo foi captada a 1/13 de segundo. Aqui, o IBIS cumpriu a sua função, captando com nitidez o detalhe nas sombras na Tate Modern.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/2.8 | 1/13 s | ISO 100
ISO e desempenho com pouca luz
A qualidade da imagem com um ISO elevado é excelente para um sensor APS-C. Notamos alguma falta de definição nos detalhes da fotografia abaixo, com ISO 12800, mas, sinceramente, não está assim tão mau e, certamente, é algo que o filtro AI Denoise do Lightroom resolve facilmente.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/2.8 | 1/125 s | ISO 8000

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/2.8 | 1/125 s | ISO 8000

Amy Moore | Ricoh GR IV | f/2.8 | 1/250 s | ISO 2500
Qualidade de imagem
A qualidade de imagem é forte para uma compacta APS-C. Diria mesmo que estes são alguns dos melhores RAW que já vi de um sensor APS-C (sim, até melhores do que os da Fujifilm ou da Sony). São nítidos e definidos, algo que algumas pessoas podem não apreciar e classificar como "demasiado clínico", mas eu não os vejo assim. Também gosto da ligeira halação que surge nas altas luzes, mesmo no modelo normal e não apenas na GR IV HDF.

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/4.0 | 1/800 s | ISO 200
A nitidez nos cantos parece ter melhorado em comparação com a GR III, sobretudo em aberturas mais amplas. O contraste parece natural, em vez de exagerado, com as altas luzes bem controladas.

Exemplo de alguns dos perfis de imagem da Ricoh GR IV
Tens 14 modos Image Control integrados, mais três posições totalmente personalizáveis, o que dá 17 perfis selecionáveis no total. São eles: Standard, Vivid, Monotone, Soft Monotone, Hard Monotone, Hi-Contrast B&W, Negative Film, Positive Film, Cinema (Yellow), Cinema (Green), Bleach Bypass, Retro, Cross Processing, HDR Tone, Custom1, Custom2 e Custom3.
Cada perfil é ajustável (contraste, nitidez, saturação, grão, tonalidade, etc.), pelo que podes tratá-los como um ponto de partida, um pouco à semelhança das receitas de simulação de filme da Fujifilm.
Os perfis Monochrome, Positive Film e Cinema Green sao os meus favoritos. Gosto das tonalidades agradáveis do modo positive film e a dureza da definição Hard Monochrome tem-me conquistado para certas cenas. O Cinema Green dá-te um look "cinematográfico" agressivo que, em ambientes urbanos, pode ficar excelente.
Esquerda: Colorido | Direita: Sem filtro
Esquerda: Monocromático intenso | Direita: Sem filtro
Os ficheiros DNG são o ponto forte da série Ricoh GR; são extremamente versáteis. As fotografias obtidas são sempre nítidas, mas sem exageros. Não há uma diferença percetível em termos de detalhe entre a GR IV e a GR III, mas, com um aumento de resolução tão pequeno, isso era de esperar.
Exemplos de imagem da Ricoh GR IV

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/3.2 | 1/640 s | ISO 200

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/5.6 | 1/4000 s | ISO 1000

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/5.6 | 1/1600 s | ISO 1000

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/5.6 | 1/800 s | ISO 1000

Connor Redmond | Ricoh GR IV | f/5.6 | 1/125 s | ISO 200
Alternativas à Ricoh GR IV
Reunimos lista de câmaras alternativas, ideais tanto para fotografia de rua como para fotografia de viagem. São perfeitas para quando estás em movimento e preparado para enfrentar qualquer condição atmosférica. Aqui tens à disposição um conjunto forte de opções. Vamos a elas?

Ricoh GR III em segunda mão
Ricoh GR III ou GR IIIx
Começamos pelo mais óbvio. Se procuras compactas para fotografia de rua, a Ricoh GR III é a mais semelhante à GR IV, com a mesma objetiva equivalente a 28mm e muitas das mesmas características. É pequena, leve (257g) e permite fotografar em RAW e JPEG. É também rápida, o que a torna ideal para fotografia de rua. A GR IV reduz ligeiramente o tempo de arranque, mas a GR III é mais do que suficiente para a maioria das pessoas.

Ian Howorth | Ricoh GR III | f/9 | 1/80 s | ISO 100
Viajamos com a GR III para Espanha e Portugal para a podermos testar e escrever a nossa análise detalhada. Devemos dizer-te que a câmara aguentou praticamente tudo o que lhe pedimos. Longas exposições, focagem manual, testes à gama dinâmica... tudo correu muito bem.
É certo que precisámos de levar baterias extra, devido ao tempo de disparo prolongado. Portanto, é provável que tenhas de fazer o mesmo com a Ricoh GR IV.

Ricoh GR IIIx em segunda mão
Se preferires disparar com o equivalente a 40mm, então opta pela Ricoh GR IIIx.

Connor Redmond | Ricoh GR IIIx | f/4.0 | 1/4250 s | ISO 100
Fora a objetiva, a GR III e a GR IIIx são praticamente idênticas.

Fujifilm X100VI em segunda mão
Fujifilm X100VI ou X100V
Se a série Ricoh GR e a série Fujifilm X100 competissem, seria uma disputa acirrada e bastante imprevisível.
https://youtu.be/ex1F7SgqLsY?rel=0A Fujifilm X100V e a GR IV diferem bastante em termos de design, manuseamento e utilização pretendida, mas ambas se destacam dentro da sua categoria.

Amy Moore | Fujifilm X100VI | f/7.1 | 1/320 s | ISO 125
Vantagens da Fujifilm X100VI
Visor híbrido ótico/eletrónico integrado
Abertura f/2 mais ampla, que capta mais luz
Distância focal equivalente a 35mm, preferida por alguns
Vídeo 4K
Resistência a intempéries possível com adaptador de filtro
Modos de simulação de filme
Vantagens da GR IV
Muito mais pequena e leve (262g em comparação com 478g)
Dimensões que cabem no bolso
Campo de visão mais amplo de 28mm
Snap Focus para disparo instantâneo
Preço esperado significativamente mais baixo
Funcionamento mais simples
Se pretendes algo facilmente portátil e de bolso, a GR IV parece ser a melhor opção. No entanto, se preferires algo mais robusto, com melhores funcionalidades de vídeo, então talvez devas optar pela Fujifilm X100VI.

Fujifilm X100V em segunda mão
Em alternativa, há a Fujifilm X100V, que oferece muitas funcionalidades semelhantes às da X100VI, simplesmente com algumas pequenas limitações.

Connor Redmond | Fujifilm X100V | f/8 | 1/170 | ISO 160
Aproveita e lê a nossa análise completa da Fujifilm X100V ou vê outras opções APS-C da Fujifilm no nosso guia da série X100.

Fotografia em plano horizontal de duas Ricoh GR IV, juntamente com lentes de conversão e acessórios adicionais.
Conclusão: compensa adquirir a Ricoh GR IV?
A Ricoh GR IV representa basicamente uma atualização ponderada e necessária, mais do que uma mudança drástica. No entanto, faltam-lhe algumas funcionalidades que muitos utilizadores (incluindo eu) ainda desejam, como um visor integrado ou um EVF acoplável, um melhor seguimento de foco automático e, talvez, um ecrã inclinável.
Para quem já tem a GR III, a atualização compensa se a estabilização melhorada e o armazenamento interno forem importantes. Caso contrário, não é essencial. A GR IV justifica o preço se valorizares a sua filosofia de disparo única, mas não vai convencer quem já não estava convencido pelo conceito GR.
É essencialmente mais indicada para fotografia de rua, para quem viaja e para quem privilegia a portabilidade e o poder de discrição. A vantagem de ter sempre a câmara contigo não pode (nem deve) ser subestimada: tirei fotografias que talvez nunca tivesse tirado por causa desta câmara, simplesmente porque estava sempre no meu bolso, pronta a usar. Para quem quer reduzir o uso do smartphone para tirar fotografias, a Ricoh GR IV é a máquina que te ajuda a abandonar esse hábito.
Perguntas frequentes sobre a Ricoh GR IV
Qual é a diferença entre a Ricoh GR III e a GR IV?
Em comparação com a Ricoh GR III, a Ricoh GR IV apresenta estabilização de cinco eixos, um novo sensor BSI, um design de objetiva melhorado, um processamento mais rápido e 53 GB de armazenamento interno.
Quando foi lançada a Ricoh GR IV?
A Ricoh GR IV foi lançada em agosto de 2025.
A Ricoh GR IV tem uma objetiva com zoom?
Não, a Ricoh GR IV não tem objetiva com zoom. Usa uma objetiva fixa equivalente a 28 mm.
A Ricoh GR IV tem proteção contra condições atmosféricas desfavoráveis?
Infelizmente, não.
Qual é o preço da Ricoh GR IV?
O preço de lançamento da Ricoh GR IV foi de 1.449€, mas consulta a MPB para conhecer os preços mais recentes de artigos em segunda mão.
Descobre mais guias de equipamento fotográfico no blog oficial da MPB.

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